Hoje, o cliente não quer apenas um advogado; quer uma advocacia imobiliária especializada, que antecipa riscos, organiza a burocracia e conduz, com segurança, até a propriedade regular.
Guiado pelo compromisso com a qualidade técnica e pela análise cuidadosa de cada detalhe, o KC Advocacia foi estruturado com o propósito de oferecer uma atuação jurídica estratégica, segura e personalizada no Direito Imobiliário.
O escritório é liderado pela advogada Keyla Camargo (OAB/SP 498.023), com atuação exclusiva em Direito Imobiliário, nas esferas judicial e extrajudicial, acumulando experiência no mercado imobiliário desde 2014.
Possui pós-graduação em Direito Imobiliário, além de especializações em Registro de Imóveis Descomplicado (RID) e Prática em Direito Imobiliário, o que reforça uma atuação técnica voltada à prevenção de riscos e à construção de soluções jurídicas seguras.
A atuação do escritório baseia-se na análise minuciosa de cada caso, buscando sempre soluções eficientes e alinhadas às particularidades de cada patrimônio, negócio ou família atendida.
Regularização da posse diretamente em cartório, quando preenchidos os requisitos legais, com procedimento célere e seguro.
Regularização da propriedade por meio de ação judicial, nos casos em que o procedimento extrajudicial não é viável.
Correção de dados da matrícula, como medidas, confrontações e descrições imprecisas do imóvel.
Individualização de área em imóvel em condomínio, adequando a matrícula à situação fática e/ou Desmembraento: Subdivisão legal de terrenos para criação de novos lotes, com aprovação municipal e registro.
Você entra em contato, conta sua situação.
Avaliação de toda a documentação para identificar o melhor caminho jurídico.
Apresentação de proposta clara com prazos, custos e etapas.
Condução do processo com transparência e atualizações constantes.
Cada irregularidade exige uma solução específica.
O primeiro passo é fazer uma análise técnica para identificar o problema e definir o caminho mais seguro para regularização.
Sim. Com os documentos básicos (pessoais e do imóvel), já é possível iniciar a análise e identificar o que ainda precisa ser providenciado.
Somente após a análise do caso. É ela que define se o caminho será extrajudicial ou judicial e, com isso, a estimativa de prazo.
Em alguns casos, sim.
A irregularidade pode gerar riscos jurídicos, impedir a venda e trazer problemas em inventários.
Até é possível, mas não é o ideal.
A irregularidade pode dificultar a venda e reduzir o valor do imóvel.